Parte do mau humor vem em meio à nova escalada dos preços do petróleo diante a possibilidade de um conflito ainda mais extenso no Oriente Médio
O câmbio doméstico acompanha a dinâmica de outros mercados emergentes no início dos negócios desta quarta-feira e, assim, o dólar opera em alta frente ao real, em um aumento dos prêmios de risco exigidos pelos agentes. Parte do mau humor vem em meio à nova escalada dos preços do petróleo diante a possibilidade de um conflito ainda mais extenso no Oriente Médio, o que provoca uma piora na percepção de risco, em um dia no qual os agentes financeiros aguardam com ansiedade as decisões de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos.
Por volta de 9h35, o dólar era negociado a R$ 4,9948 no mercado à vista, em alta de 0,26%, enquanto o dólar futuro para maio subia 0,41%, a R$ 4,9970. Já o euro comercial avançava 0,22%, cotado a R$ 5,8459.
O movimento de aumento dos prêmios de risco nos mercados globais ocorre após o Wall Street Journal reportar que, em conversa com assessores, o presidente americano, Donald Trump, indicou que a guerra no Irã poderia durar ainda mais, diante do impasse nas negociações entre os dois países. Os mercados, assim, voltaram a cobrar prêmios maiores, o que pesa sobre o real, ainda que em magnitude menor do que a observada em outros emergentes.
No horário acima, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a outras moedas principais, operava em alta de 0,11%, aos 98,745 pontos. E, entre os mercados emergentes, o dólar subia 0,55% ante o rand sul-africano; avançava 0,57% contra a rupia indonésia, ganhava 0,16% frente à rupia indiana; e avançava 0,21% em relação ao peso mexicano.
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